Meus olhos enxergam sem arestas
No despertar fosforescente noturno,
O Florescer da mente no cotidiano.
Ilumina-se a embriaguez passada,
Transformando-se na loucura lúcida
Que penetra pelas frestas.
Meu Olhar é circunferência mundana,
Mirando na espiral urbana,
Sem transcender o que está acabado,
Nem devolver o que não foi roubado:
Não alisa rugas nas testas
Nem faz a alegria das festas.
FVL
Nenhum comentário:
Postar um comentário